Que abre meus braços
Que sente meus sonhos
Esconde mia lágrima
Em qualquer canto medonho
Que usa meus olhos
Usa e abusa
Chorando acordado…
E de repente a chuva…
Que leva meu pranto
Sem caminho e sem volta
Vai além do horizonte
E num instante se solta
Que suga alegrias
Que leva meus beijos…
E de repente a chuva
Que cai com desejo
Que lava o amor
Deixando-o sem cor
Que rabisca a lua
Que ilude a dor
Sem nenhum limite…
E de repente a chuva
Cai dando palpite…
E de repente e chuva…
E de repente a lua…
E de repente a brisa
Povoando a rua
Que de repente enche
Mas não consigo ver
Pois de repente chorando…
Encontro você.
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