quarta-feira, 16 de novembro de 2005

E de repente a chuva

Que abre meus braços
Que sente meus sonhos
Esconde mia lágrima
Em qualquer canto medonho
Que usa meus olhos
Usa e abusa
Chorando acordado…

E de repente a chuva…

Que leva meu pranto
Sem caminho e sem volta
Vai além do horizonte
E num instante se solta
Que suga alegrias
Que leva meus beijos…
E de repente a chuva

Que cai com desejo

Que lava o amor
Deixando-o sem cor
Que rabisca a lua
Que ilude a dor
Sem nenhum limite…
E de repente a chuva
Cai dando palpite…

E de repente e chuva…
E de repente a lua…
E de repente a brisa
Povoando a rua
Que de repente enche
Mas não consigo ver
Pois de repente chorando…

Encontro você.