Entre as montanhas há um pedaço de sol
De sorriso já tímido e avermelhado
Deixando saudades desaquecidas
de lado
Logo a lua banha o frio asfalto cinzento
De chão descontinuado
Rabiscos breves no chão e no céu
enluarados
Traz surpresas atraentes
Com ar de desconfiada
Deixa aflito o coração da moça
apaixonada
Que da janela em movimento
Avista o rosto tão esperado
Mil batidas no mesmo momento
embalado
Desmancha aos poucos e aos suspiros
O coração acelerado
Em chamas de galhos secos, enfim
enamorados
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Sonho contigo
Mais uma página fria e branca
Aguarda perdidas palavras de amor
Doces e cultas frases formadas
De saudade e lembranças marcadas
Desta distância, aumentando mia dor
Esta dor também fria
Me acompanha por madrugadas
Um copo de whisky por companhia
E solidão em demasia
Em mim aconchegadas
Um poema triste, ou quase isso
É devorado noite afora
Como vítimas de um feitiço
Que não conseguem sair disso
Presos no eterno agora
Palavras e álcool misturados
No fim da noite, sem merecer,
Um copo vazio de um lado
N’outro este livro calado.
Enfim, consigo adormecer
Sonho contigo
Aguarda perdidas palavras de amor
Doces e cultas frases formadas
De saudade e lembranças marcadas
Desta distância, aumentando mia dor
Esta dor também fria
Me acompanha por madrugadas
Um copo de whisky por companhia
E solidão em demasia
Em mim aconchegadas
Um poema triste, ou quase isso
É devorado noite afora
Como vítimas de um feitiço
Que não conseguem sair disso
Presos no eterno agora
Palavras e álcool misturados
No fim da noite, sem merecer,
Um copo vazio de um lado
N’outro este livro calado.
Enfim, consigo adormecer
Sonho contigo
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Sensações
Uma conversa à toa com paredes brancas,
Um gole de vazio engasgado na garganta,
A ausência da tua voz serena
E um grito de silêncio nessa mesa de tábua
Tomando o vago espaço do vinho
Que deslizava entre um beijo e outro
E carícias que se entrelaçavam
Lentamente…
Como uma gota de orvalho entre os galhos secos
Tomavam também a vez dos sorrisos
Os tímidos sorrisos que floriam aos poucos
E de pouco em pouco mais uma canção tocava
No ritmo do amor
…
Logo voltarão estas sensações!
Um gole de vazio engasgado na garganta,
A ausência da tua voz serena
E um grito de silêncio nessa mesa de tábua
Tomando o vago espaço do vinho
Que deslizava entre um beijo e outro
E carícias que se entrelaçavam
Lentamente…
Como uma gota de orvalho entre os galhos secos
Tomavam também a vez dos sorrisos
Os tímidos sorrisos que floriam aos poucos
E de pouco em pouco mais uma canção tocava
No ritmo do amor
…
Logo voltarão estas sensações!
Assinar:
Postagens (Atom)