A lua é cheia, nervosa, excitante
Tão morta em meu olhos,
Por que não te vejo, invés dela?
Acho que estás morrendo em teu ciúme
E de que adianta a lua cheia
Se meus versos, hoje, estão sem ritmo?
E pior que isso, imagino triste
É saber que estão sem rimas nenhuma
Por que te enciúmas, meu bem, por quê?
Se lhe tento provar o quanto a amo
Mas o que fazer nesta noite mórbida
Se já desligaste o telefone?
Espero que toque em meus sonhos, então!
domingo, 29 de agosto de 2004
quinta-feira, 12 de agosto de 2004
Noites
Noites
Noites tortas
Noites escuras.
Noites de eterna solidão.
Banha-te o vinho cego
Pingando de minha espada.
Noites de tensa moldura
Traga-me teu espírito,
Quero teu cheiro,
Tua luz, tua beleza
Quero teu corpo suave
Tuas suaves brisas
Tuas suaves dores,
Deslumbrante seja-te
Entre teus amores.
Noites tortas
Noites escuras
Transforma-te no meu amor.
Noites tortas
Noites escuras.
Noites de eterna solidão.
Banha-te o vinho cego
Pingando de minha espada.
Noites de tensa moldura
Traga-me teu espírito,
Quero teu cheiro,
Tua luz, tua beleza
Quero teu corpo suave
Tuas suaves brisas
Tuas suaves dores,
Deslumbrante seja-te
Entre teus amores.
Noites tortas
Noites escuras
Transforma-te no meu amor.
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