domingo, 29 de agosto de 2004

Amo-te, somente tu

A lua é cheia, nervosa, excitante
Tão morta em meu olhos,
Por que não te vejo, invés dela?
Acho que estás morrendo em teu ciúme

E de que adianta a lua cheia
Se meus versos, hoje, estão sem ritmo?
E pior que isso, imagino triste
É saber que estão sem rimas nenhuma

Por que te enciúmas, meu bem, por quê?
Se lhe tento provar o quanto a amo
Mas o que fazer nesta noite mórbida
Se já desligaste o telefone?

Espero que toque em meus sonhos, então!

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