Sinto sem saber
O instante da magia
E o orgulho da alegria
Sem querer
Observo atentamente
A brancura da paixão
Nos cantos do coração
Levemente
Beijo a tua boca
Com razão de liberdade
E penso, na verdade:
Vido louca
Invento a melodia
Do conto que me conte
Seja em plena noite
Ou dia
Banho o oceano
Como cores num coreiro
E declaro ao mundo inteiro
Que te amo
quinta-feira, 15 de maio de 2003
sábado, 3 de maio de 2003
Limite do sonho
Em cada som ouço teu nome
Nas canções suaves, tão lentas
Cheias de amor em cada rima
E tão completas de saudade.
_ O que pensas tu,
se tão distante me tens,
se tão distante estamos,
e só tenho-te em pensamento?
Cada instante é temido
Sem teus braços e teus beijos,
E até teus olhos refletindo
Cada chama desse amor
E cada sonho desejado.
Sou só silêncio
Calando a madrugada
Em cada verso morto
Lacrimejado de palpite.
E por que temer distância,
se para o amor não há limite?
Nas canções suaves, tão lentas
Cheias de amor em cada rima
E tão completas de saudade.
_ O que pensas tu,
se tão distante me tens,
se tão distante estamos,
e só tenho-te em pensamento?
Cada instante é temido
Sem teus braços e teus beijos,
E até teus olhos refletindo
Cada chama desse amor
E cada sonho desejado.
Sou só silêncio
Calando a madrugada
Em cada verso morto
Lacrimejado de palpite.
E por que temer distância,
se para o amor não há limite?
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