quinta-feira, 15 de maio de 2003

Bravo amor

Sinto sem saber
O instante da magia
E o orgulho da alegria
Sem querer

Observo atentamente
A brancura da paixão
Nos cantos do coração
Levemente

Beijo a tua boca
Com razão de liberdade
E penso, na verdade:
Vido louca

Invento a melodia
Do conto que me conte
Seja em plena noite
Ou dia

Banho o oceano
Como cores num coreiro
E declaro ao mundo inteiro
Que te amo

sábado, 3 de maio de 2003

Limite do sonho

Em cada som ouço teu nome
Nas canções suaves, tão lentas
Cheias de amor em cada rima
E tão completas de saudade.

_ O que pensas tu,
se tão distante me tens,
se tão distante estamos,
e só tenho-te em pensamento?

Cada instante é temido
Sem teus braços e teus beijos,
E até teus olhos refletindo
Cada chama desse amor
E cada sonho desejado.

Sou só silêncio
Calando a madrugada
Em cada verso morto
Lacrimejado de palpite.
E por que temer distância,
se para o amor não há limite?