quinta-feira, 15 de maio de 2003

Bravo amor

Sinto sem saber
O instante da magia
E o orgulho da alegria
Sem querer

Observo atentamente
A brancura da paixão
Nos cantos do coração
Levemente

Beijo a tua boca
Com razão de liberdade
E penso, na verdade:
Vido louca

Invento a melodia
Do conto que me conte
Seja em plena noite
Ou dia

Banho o oceano
Como cores num coreiro
E declaro ao mundo inteiro
Que te amo

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