Eis aqui
Em que teu sangue corre em tua veia
Como o pecado e o vinho
Em alturas profundas
E queimando delicadamente neste sóbrio tempo
Eis que coloca sobre os ares
A verdade pura
Desde os doces beijos
Ao clamor ardente
Eis que sabes quando rir
Ou derramar o pranto em cada rosa
Ou lhe cantar angústias à sonhar em paz
Ou estar somente no lugar certo
Quando o mapa está perdido
Ou os planos imperfeitos
Nesta extrema escuridão
Eis que o amor invade o peito
Rasgando qualquer defeito
Em sua fúria eterna
E, sem sentido, controla a vida
Com simples traços
Tão fortes e diretos
Quando os raios da tempestade
Eis teu corpo
De beleza eterna
E de suaves templos
Da perfeição
Eis aqui
Em que aqui estão
Nenhum comentário:
Postar um comentário